Borboleta

 

de

uma

asa

voa\voa

 

mancando em assíncronos espaços

 

desmedindo

o

tempo

dando

asas

ao

meu

ponto

de

vista

 

Quero estar sempre no relativo, não amarrar pés aos laços nem acima

nem abaixo da linha do equador.

Alimentar-me das incertezas e desta privilegiada órbita

não costurar morada aos pensamentos .

Em vãos esticar olhos às ilhas que povoam os litorais do fim do mundo.

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